
A primeira vez que li a respeito de “Twilight” foi há oito meses, numa matéria que falava do sucesso da série nos Estados Unidos e de que se tornaria mais um livro com adaptação para o cinema. A história me agradou, mas não chamou tanto a atenção. “Vou esperar para ver o filme”, pensei.
Poucas semanas depois, um lançamento nas livrarias me encantou pela beleza da arte da capa. Um fundo todo preto, com dois braços saindo apontados para baixo e encontrando-se exatamente no meio da capa, onde duas mãos seguravam uma maçã. Foram tantas as coisas que pensei no momento em que finalmente pus minhas mãos em “Crepúsculo”. Mais tarde eu saberia que aquele era o tão falado “Twilight” e que chegara ao Brasil, afinal.











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